Estava sentado a pensar no seguinte: chamar tupiniquim a alguém é insulto?, quando de repente a minha calma foi perturbada! Poderia ter visto D. Sebastião, isto apesar de não estar nevoeiro? Sim poderia, mas a minha calma não estaria suficientemente abalada... afinal de contas há séculos, e à semelhança do tipo que foi comprar cigarros e nunca mais voltou,há séculos que D. Sebastião ligou para o seu amigo Bandarra a avisar que vinha... Depois ao seu amigo pessoa... Ah! E ao Camões, ele também disse que ia de férias a Marrocos e voltava dali a pouco. Não estou a inventar nada! Quem quiser que leia os lusiadas a ver o que é que lá diz...
Podia ter sido o facto de o partido Socialista voltar a ser socialista? Podia, mas também tenham calma... só me exaltei não tive um ataque cardíaco... Que mania de pensar logo na bomba atómica!
Não... na verdade a minha calma foi exaltada porque vi, em pleno IKEA de Matosinhos (eu queria dizer em Vigo, mas não há lá... embrulhem castelhanos!!) um senhor que alegadamente utilizaria botas de montar. Não pensem nessas coisas, seus prevertidos... Montar cavalos! Alegadamente, botas de montar cavalos... Como bom jornalista, uso o alegadamente porque não confirmei a informação mas quero veiculá-la de forma a prejudicar a imagem deste senhor. Que merece que o faça. Mas a verdade é que este para-repórter teve medo e não se deslocou a confirmar a informação junto do agente prevaricador.
Questões muito pertinentes se levantam: que tipo de pessoa é esta que vem ao IKEA com alegadas botas de montar cavalo? Quão pernicioso pode ele ser para a sociedade em que vivemos?
A resposta à primeira pergunta é óbvia, estamos perante uma pessoa doente, e na ausência de qualquer auto-estima própria. Um agente com barriga, careca, e botas de alegadamente montar cavalo, com as devidas calças creme por dentro das alegadas botas... Tem de ser uma pessoa doente! Sabendo nós que, pelas estatísticas oficiais dos últimos censos, as famílias portuguesas tem em média 3 espelhos por lar. Esforço do nosso governo, na mesma linha do programa e.escolinhas, que distribui os computadores genéricos Magalhães. O nome do programa era "se não estudares arranja-te que vais para a vida meu filho...". Ou seja. A hipótese da ausência de espelho não se pode aplicar: é doença.
O que nos leva à segunda questão: pode este individuo misturar-se entre as pessoas sãs que sabem a utilização correcto do objecto espelho? A resposta é não. O medo prolifera... Gera a incerteza... Já para não falar em possíveis ataques dos alegados cavalos.Um verdadeiro perigo para a saúde pública.
Este para-jornalista apressou-se a ouvir a opinião isenta de alguém do povo. Mas alguém extremamente reputado, que ainda assim nos recusamos a identificar (não vá isto dar merda...)apesar da nossa certeza absoluta e confiança nas informações que o Zé nos deu.
"Isto é uma vergonha! Sinto-me envergonhado de ser português!Eles o que querem é comer, e o povo ninguém quer saber dele para nada! Os pobres, pensem é nos pobres! Isto nota-se mesmo que o ministro, o socas, não vem às compras ao IKEIA ou Ikreia ou lá como esta merda se chama."
Resta-nos o apelo encarecido: senhor, vista-se direito por favor... Obrigado.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
O Esquema
Venho, qual mensageiro do mal, dar-vos conhecimento de mais um flagelo que afecta todos e cada um de nós. A minha Teoria é sobre pessoas que fazem o "Esquema", essa prática que há anos importuna quem se desloca a uma discoteca. Posso afirmar que, nem que seja por 5 minutos, eu não me incluo neste grupo de pessoas que se sentem incomodadas por quem faz o esquema. Nos primeiros 5 minutos, eu arranjo uma coluna, onde me encosto com uma bebida espirituosa na mão e, qual jornalista do BBC Vida Selvagem, aprecio uma das mais incríveis manifestações da nossa humanidade com o interesse de um antropólogo, mas quando vai para a segunda música do esquema, deixo de achar piada, seja porque estamos a falar de uma das mais estupidas danças alguma vez inventadas ou porque simplesmente levei com uma "grunha" que me enfia uma paralítica a fazer aquele passo característico da elevação da perna.
Voltemos ao princípio:
-a noção de "Esquema": esta é uma prática que consiste numa dança coordenada de um grupo, mais ou menos vasto, de pessoas (?),e cujo efeito visual é assinalável. Experimentem procurar no youtube por "dança do esquema".
-pessoas que o praticam: já vi de tudo, mas no geral, pessoas que vivem fora da cidade (sem qualquer tipo de desprestígio), ou pessoas que vivem na cidade, conhecidos como "grunhos" ou então broncos;
-Música tradicional: qualquer uma, mas há uma de um tal de Gigi d'Agostino, que me parece ser a mais representativa do movimento.
Para mal dos meus pecados, o esquema está a desaparecer. Tenho saudades da última vez que vi um esquema, um bom esquema. Que saudades dessa noite. Estava eu num bar (fora do Porto) e uma das pessoas que lá estava solta um "uélélé" acompanhado de um "pessoal, vamos fazer o esquema". A parte da qual tenho mesmo saudades, é a em que toda a gente ignorou o seu pedido e ele executou, sozinho, uma dança rudimentar, mas com laivos de bailado e que até hoje me permitem rir nos momentos de maior amargura, ao recordar tal situação.
O meu pedido ao mundo é que não deixem morrer o esquema, mas que o mantenham controlado.
Voltemos ao princípio:
-a noção de "Esquema": esta é uma prática que consiste numa dança coordenada de um grupo, mais ou menos vasto, de pessoas (?),e cujo efeito visual é assinalável. Experimentem procurar no youtube por "dança do esquema".
-pessoas que o praticam: já vi de tudo, mas no geral, pessoas que vivem fora da cidade (sem qualquer tipo de desprestígio), ou pessoas que vivem na cidade, conhecidos como "grunhos" ou então broncos;
-Música tradicional: qualquer uma, mas há uma de um tal de Gigi d'Agostino, que me parece ser a mais representativa do movimento.
Para mal dos meus pecados, o esquema está a desaparecer. Tenho saudades da última vez que vi um esquema, um bom esquema. Que saudades dessa noite. Estava eu num bar (fora do Porto) e uma das pessoas que lá estava solta um "uélélé" acompanhado de um "pessoal, vamos fazer o esquema". A parte da qual tenho mesmo saudades, é a em que toda a gente ignorou o seu pedido e ele executou, sozinho, uma dança rudimentar, mas com laivos de bailado e que até hoje me permitem rir nos momentos de maior amargura, ao recordar tal situação.
O meu pedido ao mundo é que não deixem morrer o esquema, mas que o mantenham controlado.
Marcha Lenta
De maneira nenhuma que quero tornar este blog numa espécie de sátira aos acontecimentos diários nacionais. No entanto, hoje assisti a uma notícia do telejornal do primeiro canal (se rima é porque é verdade) à qual não podia ficar indiferente.
Hoje houve uma greve total dos enfermeiros, resposta natural à baixa de salário anunciada. Sobre o motivo desta greve, não pretendo tecer quaisquer comentários, até porque de certa forma estou de acordo. No entanto, como forma de manifestação houve uma marcha lenta na zona do Porto, nomeadamente entre a rotunda da AEP e o Hospital São João.
Existem dezenas de maneiras de uma pessoa protestar publicamente sobre qualquer medida que lhes desagrade, grande parte das quais consegue chamar a atenção dos media. Deixem então perguntar-vos uma coisa, porque razão foram realizar uma marcha lenta numa das artérias mais importantes da cidade do Porto? Uma coisa é chamar a atenção da comunicação social e do governo, outra coisa é influenciar a vida de milhares de pessoas que não tem outra alternativa para chegar ao local de trabalho por causa duma greve. Terão eles noção que o percurso que percorreram é uma das únicas maneiras de vários estudantes chegarem às suas Faculdades? E que esses estudantes estão em plena época de exames? Ou então todos as outras pessoas que vêm o seu salário descontado por terem chegado 30 minutos mais tarde ao trabalho?
A razão pela qual eu mencionei o noticiário a que assisti foi simplesmente pelas entrevistas que foram realizadas. Achei pura e simplesmente uma falta de inteligência enorme o facto dos enfermeiros indignarem-se por vários condutores estarem "contra o movimento". Caros enfermeiros e associados, eles não estão "contra o movimento", eles querem, como qualquer pessoa com dois dedos de testa consegue perceber, chegar ao local de trabalho a horas. Aquele trecho de auto-estrada é o principal acesso ao Porto de quem vem do norte do país. As pessoas levantam-se a horas absurdas para chegarem ao trabalho a horas, já a contar com o trânsito habitual. Vocês e os vossos smarts (alguém é capaz de me explicar porque é que os carros da frente eram todos da smart? Terá sido uma manobra de publicidade marota?) estão a entupir completamente a estrada e estão a provocar um incómodo imenso a pessoas inocentes. Sim, podiam vir com o argumento de que os condutores de autocarro provocam o mesmo, mas eles simplesmente NÃO TEM ALTERNATIVA, e vocês ... têm!
Por isso, caros enfermeiros, tenho a certeza que se juntarem e pensarem em conjunto, conseguem descobrir maneiras melhores de se manifestarem.
Sem querer catalogar ninguém, quero resumir o evento de hoje com as palavras duma senhora enfermeira presente na marcha:
"Os condutores estão contra o movimento, alguns até vieram agredir os carros!"
Oh minha senhora, agredir os carros? Faça-se homem e vá trabalhar como os outros.
Muito obrigados.
Hoje houve uma greve total dos enfermeiros, resposta natural à baixa de salário anunciada. Sobre o motivo desta greve, não pretendo tecer quaisquer comentários, até porque de certa forma estou de acordo. No entanto, como forma de manifestação houve uma marcha lenta na zona do Porto, nomeadamente entre a rotunda da AEP e o Hospital São João.
Existem dezenas de maneiras de uma pessoa protestar publicamente sobre qualquer medida que lhes desagrade, grande parte das quais consegue chamar a atenção dos media. Deixem então perguntar-vos uma coisa, porque razão foram realizar uma marcha lenta numa das artérias mais importantes da cidade do Porto? Uma coisa é chamar a atenção da comunicação social e do governo, outra coisa é influenciar a vida de milhares de pessoas que não tem outra alternativa para chegar ao local de trabalho por causa duma greve. Terão eles noção que o percurso que percorreram é uma das únicas maneiras de vários estudantes chegarem às suas Faculdades? E que esses estudantes estão em plena época de exames? Ou então todos as outras pessoas que vêm o seu salário descontado por terem chegado 30 minutos mais tarde ao trabalho?
A razão pela qual eu mencionei o noticiário a que assisti foi simplesmente pelas entrevistas que foram realizadas. Achei pura e simplesmente uma falta de inteligência enorme o facto dos enfermeiros indignarem-se por vários condutores estarem "contra o movimento". Caros enfermeiros e associados, eles não estão "contra o movimento", eles querem, como qualquer pessoa com dois dedos de testa consegue perceber, chegar ao local de trabalho a horas. Aquele trecho de auto-estrada é o principal acesso ao Porto de quem vem do norte do país. As pessoas levantam-se a horas absurdas para chegarem ao trabalho a horas, já a contar com o trânsito habitual. Vocês e os vossos smarts (alguém é capaz de me explicar porque é que os carros da frente eram todos da smart? Terá sido uma manobra de publicidade marota?) estão a entupir completamente a estrada e estão a provocar um incómodo imenso a pessoas inocentes. Sim, podiam vir com o argumento de que os condutores de autocarro provocam o mesmo, mas eles simplesmente NÃO TEM ALTERNATIVA, e vocês ... têm!
Por isso, caros enfermeiros, tenho a certeza que se juntarem e pensarem em conjunto, conseguem descobrir maneiras melhores de se manifestarem.
Sem querer catalogar ninguém, quero resumir o evento de hoje com as palavras duma senhora enfermeira presente na marcha:
"Os condutores estão contra o movimento, alguns até vieram agredir os carros!"
Oh minha senhora, agredir os carros? Faça-se homem e vá trabalhar como os outros.
Muito obrigados.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
O poder de atracção do peido
Aproveito este meu momento de pausa da minha inútil vida para partilhar convosco, algo de que talvez não se tenham apercebido, mas que acontece e, que a meu ver, será um verdadeiro flagelo pelas consequências tenebrosas que traz consigo, de entre as quais destaco a descredibilização. Continuo, todavia, sem enunciar o que verdadeiramente me irrita e, para o enunciar, nada melhor do que narrar o que aconteceu hoje:
Uma bela tarde de Inverno, depois de uma picanha, num sítio agradável, com pessoas agradáveis, sentados em amena cavaqueira e eis que sinto o apelo. Sim, o apelo do peido. opções:
1- Peidar-me na boa e fazer um ar orgulhoso para demonstrar a minha auto-confiança;
2- Peidar-me para dentro (inexequível);
3-Peidar em prestações, para descobrir se o cheio era tenebroso ou se conseguia passar despercebido;
4- Saír da conversa e pedir para ir à casa de banho (não dava tempo);
5- Ser discreto.
É óbvio que só uma análise in casu vos poderá levar a tomar a opção certa, tendo em conta as diferentes variáveis, nomeadamente as pessoas que vos rodeiam. A minha opção certa foi ser discreto, atendendo a que não tinha a confiança com as pessoas à minha volta para optar pela primeira ( a mais habitual). Por conseguinte, levantei-me e fui até à porta, que estava aberta, e encostei-me a ela, com o rabo de fora e com a cabeça dentro (acreditem que fui mais discreto do que esta narração parece demonstrar) e enfim, peidei-me como gente grande.
O meu plano tinha tudo para dar certo, não fosse existir algo chamado subsconsciente, que é mais forte do que qualquer razão.
De imediato, uma das pessoas com quem partilhava a (até aí) agradável conversa levantou-se e veio ter comigo para me dar uma palmada nas costas que expressava concordância com o que eu estava a dizer.
Surge um problema óbvio: não sei quem ficou mais envergonhado, se ele, que tinha furado o meu plano e tinha sentido o aroma do sofrimento e não sabia se disfarçava ou reagia (independentemente do carácter da reacção); se eu, que elaborei um plano tão complexo, que saiu gorado e passei a vergonha de me ter peidado à frente de toda a gente, o que deve ter resultado em comentários jocosos sobre mim. Talvez tenha sido mesmo eu...
Continuam sem perceber o que me irrita?
Pois bem, irrita-me o facto de a minha história ser uma verdade quase-cientificamente comprovada. Experimentem agir como eu e serem discretos. A pessoa que está a falar convosco vai-se levantar para vos dar uma palmada nas costas, para vos dizer um segredo ou para vos cheirar o perfume. Caso isso não aconteça, de certeza que alguém vai surgir pela porta e vai sentir o cheiro...Irrita-me o subconsciente das pessoas que leva a que elas adivinhem que eu me peidei e se aproximem de mim.
Tenho saudades dos meus (já longínquos) primeiros dias de faculdade, em que eu ia para as aulas, peidava-me a torto e a direito e, como não conhecia ninguém das 6 pessoas que me rodeavam no anfiteatro, sussurrava um "badalhocos", que me tornava inimputável face ao meu crime gasoso (julgo eu) e ficava a apreciar o espectaculo de toda a gente a sofrer..Aí sim, eu era discreto...
Uma bela tarde de Inverno, depois de uma picanha, num sítio agradável, com pessoas agradáveis, sentados em amena cavaqueira e eis que sinto o apelo. Sim, o apelo do peido. opções:
1- Peidar-me na boa e fazer um ar orgulhoso para demonstrar a minha auto-confiança;
2- Peidar-me para dentro (inexequível);
3-Peidar em prestações, para descobrir se o cheio era tenebroso ou se conseguia passar despercebido;
4- Saír da conversa e pedir para ir à casa de banho (não dava tempo);
5- Ser discreto.
É óbvio que só uma análise in casu vos poderá levar a tomar a opção certa, tendo em conta as diferentes variáveis, nomeadamente as pessoas que vos rodeiam. A minha opção certa foi ser discreto, atendendo a que não tinha a confiança com as pessoas à minha volta para optar pela primeira ( a mais habitual). Por conseguinte, levantei-me e fui até à porta, que estava aberta, e encostei-me a ela, com o rabo de fora e com a cabeça dentro (acreditem que fui mais discreto do que esta narração parece demonstrar) e enfim, peidei-me como gente grande.
O meu plano tinha tudo para dar certo, não fosse existir algo chamado subsconsciente, que é mais forte do que qualquer razão.
De imediato, uma das pessoas com quem partilhava a (até aí) agradável conversa levantou-se e veio ter comigo para me dar uma palmada nas costas que expressava concordância com o que eu estava a dizer.
Surge um problema óbvio: não sei quem ficou mais envergonhado, se ele, que tinha furado o meu plano e tinha sentido o aroma do sofrimento e não sabia se disfarçava ou reagia (independentemente do carácter da reacção); se eu, que elaborei um plano tão complexo, que saiu gorado e passei a vergonha de me ter peidado à frente de toda a gente, o que deve ter resultado em comentários jocosos sobre mim. Talvez tenha sido mesmo eu...
Continuam sem perceber o que me irrita?
Pois bem, irrita-me o facto de a minha história ser uma verdade quase-cientificamente comprovada. Experimentem agir como eu e serem discretos. A pessoa que está a falar convosco vai-se levantar para vos dar uma palmada nas costas, para vos dizer um segredo ou para vos cheirar o perfume. Caso isso não aconteça, de certeza que alguém vai surgir pela porta e vai sentir o cheiro...Irrita-me o subconsciente das pessoas que leva a que elas adivinhem que eu me peidei e se aproximem de mim.
Tenho saudades dos meus (já longínquos) primeiros dias de faculdade, em que eu ia para as aulas, peidava-me a torto e a direito e, como não conhecia ninguém das 6 pessoas que me rodeavam no anfiteatro, sussurrava um "badalhocos", que me tornava inimputável face ao meu crime gasoso (julgo eu) e ficava a apreciar o espectaculo de toda a gente a sofrer..Aí sim, eu era discreto...
Teoria sobre blogs
Como toda a gente sabe, existem gays e existem gays, que além de serem gays também são umas grandas bichonas. Um gay é um gay, e uma bichona é um gay e uma bichona. E pergunta o leitor incauto, quiçá gay também, querendo perceber se é só gay ou se também é gay e bichona. Vamos tentar dar umas certas pistas, baseados no nosso estudo/pesquisa/research cientifica. Por exemplo, se vestir de cores fora do normal, se as chamar garridas, nesse caso é claramente gay e bichona. Outra forma de se distinguir é escutando de forma cientifica, ou seja critica, aquilo que os gays vão dizendo. Se houver algum que diga de forma sincera que sente necessidade de se expressar e de ser ouvido, nesse caso ele é claramente bichona. Só uma bichona é que diz uma coisa como essa de ” tenho de arranjar uma forma de me expressar e de ser criativo”. Bichona e gay certo? Exacto. E como é que ele se expressa? Através da arte, através do seu “Silva”, através da sua “moda”, e através de blogs.
Assim nasceram os blogues. Um dia, aí pelas 14h e pouco da tarde, o gay que era bicha também, conforme já se demonstrou anteriormente, acordou preguiçosamente, ainda cansado de uma noite que a mesma bicha classificou com as “amigas” de “maluca”, e como estava um tempo bastante aceitável, ele/a ficou cheio/a de vontade de se expressar!! Calhou, que este estado de coisas quis a roda da fortuna, que a bicha era também qualquer coisa lá na informática. É o que acontece quando se frequenta faculdades cheias de homens, ou de mulheres mas que são essencialmente feias, existindo algumas também horriveis; quando se passam noites inteiras nesses espaços. É como na droga. Primeiro é só um trabalho; depois são dois; no fim já estão enredados, e lá está, a pensar em formas de “ser criativos/as”, em formas “de se expressar”, tudo misturado com termos abrasileirados e gerúndios que ninguém entende. Então a bicha pensou, pensou, pensou, isto claro, ao som de uma qualquer música dos anos oitenta (fica a questão: já repararam que as bichas se apoderaram da música dos anos oitenta? o que querem eles com isto? Que estarão eles a preparar? Pobres pessoas que cresceram a ouvir essa música e agora não as podem cantar sem alguém lhes vir perguntar onde está o seu “Silva”…)… E a bicha fez click! E acendeu a luz… Só a seguir é que ela disse: vou criar uma coisa a que vou chamar blogs! Claro que de seguida se seguiram gritos histéricos, e saltinhos tão irritantes como intermináveis… Óbviamente a bicha pegou logo no telefone (concerteza rosa, prateado ou dourado) e contou à/ao amiga/o que tinha decidido, ao que o/a amiga/o respondeu, após os gritos de “sua bicha louca” e “maluca!”, e mais saltinhos intermináveis e irritantes, e mais gritinhos histéricos via telefone, lá disse que era grande ideia, e que também a bicha se sentia com necessidades de se comunicar, mas de uma forma mais breve, e ainda não se sabia, mas assim se criava também o twitter… Mas isso é outra história…
Temos de agradecer à bicha doida, então, que inventou estas coisas de blogues… Só assim a gente que, como a bicha, tem necessidade de se expressar, algo perfeitamente natural quando não expresso de uma forma absurdamente exagerada e mesmo bacoca (parece-me ser o melhor adjectivo), tem a oportunidade de o fazer de uma forma acessivel, barata e simples. Correcto? Não! Que estupidez! Para isso escreve-se livros! Escreve-se nos jornais… Mas dirão que aí nem toda a gente consegue escrever; e que será só para alguns oráculos. Claro que sim! Melhor do que, como agora, haver um estúpido qualquer a dizer o que quiser, não? O nosso dever é adorar esses oráculos, e que nos transformemos, para chegar a compreender o que esses senhores dizem. (todos os colaboradores deste blogue são oráculos, o que transforma este blogue em algo extremamente útil, necessário: fundamental!)
Houve uma coisa em que a bicha não pensou: Esta porcaria é, supostamente para ser lida. Não? Pois… então… Conhecem alguém que tenha realmente lido um artigo de um qualquer blogue? Claro que não! Só se estava distraido, e estava a ver uma receita qualquer lá daquele, do Oliver, o cozinheiro lá… E depois enganou-se e estava a ler um blogue. Se este era o seu caso, desculpe, tarde de mais…
Caminha
Assim nasceram os blogues. Um dia, aí pelas 14h e pouco da tarde, o gay que era bicha também, conforme já se demonstrou anteriormente, acordou preguiçosamente, ainda cansado de uma noite que a mesma bicha classificou com as “amigas” de “maluca”, e como estava um tempo bastante aceitável, ele/a ficou cheio/a de vontade de se expressar!! Calhou, que este estado de coisas quis a roda da fortuna, que a bicha era também qualquer coisa lá na informática. É o que acontece quando se frequenta faculdades cheias de homens, ou de mulheres mas que são essencialmente feias, existindo algumas também horriveis; quando se passam noites inteiras nesses espaços. É como na droga. Primeiro é só um trabalho; depois são dois; no fim já estão enredados, e lá está, a pensar em formas de “ser criativos/as”, em formas “de se expressar”, tudo misturado com termos abrasileirados e gerúndios que ninguém entende. Então a bicha pensou, pensou, pensou, isto claro, ao som de uma qualquer música dos anos oitenta (fica a questão: já repararam que as bichas se apoderaram da música dos anos oitenta? o que querem eles com isto? Que estarão eles a preparar? Pobres pessoas que cresceram a ouvir essa música e agora não as podem cantar sem alguém lhes vir perguntar onde está o seu “Silva”…)… E a bicha fez click! E acendeu a luz… Só a seguir é que ela disse: vou criar uma coisa a que vou chamar blogs! Claro que de seguida se seguiram gritos histéricos, e saltinhos tão irritantes como intermináveis… Óbviamente a bicha pegou logo no telefone (concerteza rosa, prateado ou dourado) e contou à/ao amiga/o que tinha decidido, ao que o/a amiga/o respondeu, após os gritos de “sua bicha louca” e “maluca!”, e mais saltinhos intermináveis e irritantes, e mais gritinhos histéricos via telefone, lá disse que era grande ideia, e que também a bicha se sentia com necessidades de se comunicar, mas de uma forma mais breve, e ainda não se sabia, mas assim se criava também o twitter… Mas isso é outra história…
Temos de agradecer à bicha doida, então, que inventou estas coisas de blogues… Só assim a gente que, como a bicha, tem necessidade de se expressar, algo perfeitamente natural quando não expresso de uma forma absurdamente exagerada e mesmo bacoca (parece-me ser o melhor adjectivo), tem a oportunidade de o fazer de uma forma acessivel, barata e simples. Correcto? Não! Que estupidez! Para isso escreve-se livros! Escreve-se nos jornais… Mas dirão que aí nem toda a gente consegue escrever; e que será só para alguns oráculos. Claro que sim! Melhor do que, como agora, haver um estúpido qualquer a dizer o que quiser, não? O nosso dever é adorar esses oráculos, e que nos transformemos, para chegar a compreender o que esses senhores dizem. (todos os colaboradores deste blogue são oráculos, o que transforma este blogue em algo extremamente útil, necessário: fundamental!)
Houve uma coisa em que a bicha não pensou: Esta porcaria é, supostamente para ser lida. Não? Pois… então… Conhecem alguém que tenha realmente lido um artigo de um qualquer blogue? Claro que não! Só se estava distraido, e estava a ver uma receita qualquer lá daquele, do Oliver, o cozinheiro lá… E depois enganou-se e estava a ler um blogue. Se este era o seu caso, desculpe, tarde de mais…
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